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O medo da morte é a principal causa de boa parte das enfermidades de origem emocional apresentadas pelo ser humano.  João Luiz Ferreira, com o curso ‘Superando o medo da morte’. Baseado em sua experiência como fisioterapeuta junto a pacientes terminais e na superação do próprio medo de morrer, Ferreira trata da dificuldade do ser humano em absorver a ideia de que vai abandonar o corpo físico um dia.

A abordagem aplicada pelo pesquisador é a do Paradigma Consciencial, modelo adotado pelo IIPC para estudar o indivíduo em sua plenitude, nas suas manifestações dentro e fora do corpo físico. Baseado na experimentação, o método estimula a compreensão por meio da vivência da capacidade de interação ser humano – denominado ‘consciência’ – com realidades distintas dos bases materiais.

A pesquisa desmistifica o tema morte, ainda um tabu na sociedade. Ao analisar detalhadamente o conceito da desativação do corpo físico sob vários aspectos, linhas filosóficas e religiões, o estudo traz os motivos que levam o individuo a manifestar a tanatofobia, ou o medo de morrer. O autor relata sua experiência no tratamento de doentes terminais, abordando aspectos ligados ao paciente, família, cuidadores e profissionais da área da saúde e aborda técnicas para superar o medo da morte.

O estudo conduz à reflexão sobre as causas e consequências da tanatofobia utilizando o conceito da continuidade do indivíduo depois da desativação do corpo biológico. Para isso, faz uso de abordagens que ampliam o entendimento sobre a natureza humana, considerando outros corpos de atuação, as várias vidas e as múltiplas dimensões em que a consciência (pessoa) se manifesta.

Segundo Ferreira, sendo a tanatofobia o pai e mãe de todos os medos, a superação sempre é motivo de bem estar. “Quando o indivíduo compreende e supera esse medo alcança a pacificação intima, um estado que todos desejamos”, afirma o pesquisador.