AFETIVIDADE MADURA

A afetividade madura é um estado psicológico, ideal , apesar de não perfeito e acabado, no qual se busca alegria, bem-estar, satisfação e realização nas várias áreas de relacionamentos de nossas vidas. É a maneira sadia e equilibrada de nos relacionarmos com nós mesmos e, também, com todas as outras consciências com as quais interagimos.

A consciência é uma realidade em constante transformação, passando por inúmeros ciclos de crescimento na jornada evolutiva, com a existência de uma alternância de séries de vidas, ora no intrafísico, ora no extrafísico. O objetivo maior é atingir estados conscienciais, cada vez mais harmônicos, consigo mesma e com todas as outras consciências e realidades com as quais interage. A afetividade madura é um desses estados.

Os autoesforços constantes , em direção ao melhor, nos  levará, consequentemente, a  desejar o bem para os companheiros evolutivos dos vários grupos com os quais nos  relacionamos, tais como, a família, amigos, profissional e outros, ampliando, gradativamente, o  bem-estar e disponibilidade assistencial a um número crescente de consciências, as  quais  pretende assistir.

Nessas interações, a conscin tende a qualificar e melhorar cada vez mais o convívio consigo mesma e com os outros, e a Conscienciologia, Ciência que estuda a Consciência de modo integral, muito  contribui para o conhecimento e execução de tarefas e práticas assistenciais. O trabalho com as energias conscienciais possibilita o desenvolvimento do parapsiquismo, que é a faculdade de percepção além dos cinco sentidos. Tais percepções tendem a aumentar o conhecimento acerca de si mesma.

A partir do autoconhecimento, a consciência tende a ampliar a interassistencialidade de modo crescente. Tanto o assistente quanto o assistido se beneficiam num círculo virtuoso de interações sadias, influenciando e contagiando positivamente um número crescente de consciências.

Afetividade madura não significa ausência de conflitos internos e externos, mas uma busca constante de ações para  qualificar-se, melhorar-se cada vez mais como consciência do Cosmos e assumir, de vez, o posto de assistente de outras consciências, respeitando, todavia, o tempo, a vontade e o nível evolutivo de cada uma.

Você se considera uma pessoa madura? Quais autoesforços vem empreendendo no sentido de auxiliar e esclarecer as consciências carentes e imaturas,  em termos  conscienciais  e evolutivos?  

 

Rosilene Novaes.  Graduada em Direito, Analista Judiciário, Formação em Coach, Pesquisadora, voluntária e docente do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia) de Belo Horizonte.

 

 

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